
Sempre existiram e existirão profecias. Seja o ano de 1999, que conta com o 666 de ponta cabeça, ou o famoso e assustador Bug do Milênio (quem se lembra dessa?), em que todos os computadores seriam reiniciados após uma pane e o mundo iria virar um caos.
Essas duas citadas, são as mais recentes, de milhões de profecias antigas que citavam o fim da humanidade. Mas ela nunca aconteceu.
Infelizmente, para assustar a população, a profecia de 2012 é a com o maior número de crentes e fontes. Ela foi anunciada pelos Mais, citada por Nostradamus, e agora vários cientistas estão abraçando a "teoria" pelo estado precário em que nosso planeta se encontra (fruto do luxo em que o ser humano insiste em ostentar, sem preservar o meio).
Esta profecia existe muito antes do filme, e por alguns ela era conhecida antes do merchandising em massa feito pela Sony.
Séculos atrás, os maias nos deixaram o seu calendário, com uma data final em um dia determinado e tudo o que isso sugere. Desde então, astrólogos o discutem, numerólogos encontraram padrões que o prevem, geólogos dizem que Terra se encaminha para isso e nem os cientistas do governo podem negar que um cataclismo planetário de proporções épicas se anuncia para 2012. A profecia que surgiu a partir dos maias já se encontra hoje bem documentada, debatida, destrinchada e analisada. Vale lembrar que ela não anuncia o FIM do mundo, mas sim várias mudanças extremas na maneira em que os sobreviventes à profecia terão de viver.
De qualquer maneira, estamos aqui para falar do filme. O que esperar de '2012'? Um amontoado de efeitos especiais, com um enredo tão ruim que, infelizmente, os maias não chegaram a prever.
O fato, na verdade, é que este tipo de filme não precisa ter uma história plausível para divertir e entreter. O diretor alemão Roland Emmerich já tinha feito exatamente igual em 'Independence Day' e 'O Dia Depois de Amanhã', dois filmes com efeitos especiais de ponta, divertidos, e com um roteiro beirando o ridículo.
Afinal, a fórmula de suas histórias nunca muda: tem o bondoso presidente dos EUA, o herói que está longe de casa e/ou precisa reconquistar a família, o animal de estimação fofo, o(s) filho(s) inteligentes mas inocentes, etc... E acredite: esta fórmula acaba funcionando...
Esquecendo o enredo batido, o resto é só alegria. A fotografia do filme é incrível, e os efeitos especiais são tão bem feitos que chegamos a acreditar por muito tempo que estamos vendo em nossa frente a destruíção em massa de nosso planeta. E nenhum lugar do mundo está ileso. Seja por cenas em que o herói está presente (e ele quase sempre está) ou por reportagens na TV, vários lugares importantes do mundo são destruídos de maneiras mirabolantes e inacreditáveis...
Para os que esperam mais do Cristo Redentor, não se animem. Era só aquilo do trailer mesmo!
O elenco é de primeira. John Cusack consegue passar drama e vivacidade para nosso herói Jackson Curtis, um escritor fracassado e divorciado que tenta salvar sua família (clichê). Amanda Peet, a esposa, está belíssima e serve bem para o papel que lhe foi oferecido. Mas a maioria das cenas são roubadas por um divertido e quase caricato Woody Harrelson, que vive o maluco Charlie, e pelo sério Chiwetel Ejiofor, um cientista.
'2012' cumpre o que promete: acabar com o planeta Terra usando um clichê de situações non-sense para juntar um cataclismo a outro. E essa destruição toda é, realmente, visualmente perfeita!
E para alegar quem realmente está com vontade de ver: '2012' é infinitamente melhor que o último trabalho do diretor, o medonho '10.000 a. C.'. Boa diversão!
Essas duas citadas, são as mais recentes, de milhões de profecias antigas que citavam o fim da humanidade. Mas ela nunca aconteceu.
Infelizmente, para assustar a população, a profecia de 2012 é a com o maior número de crentes e fontes. Ela foi anunciada pelos Mais, citada por Nostradamus, e agora vários cientistas estão abraçando a "teoria" pelo estado precário em que nosso planeta se encontra (fruto do luxo em que o ser humano insiste em ostentar, sem preservar o meio).
Esta profecia existe muito antes do filme, e por alguns ela era conhecida antes do merchandising em massa feito pela Sony.
Séculos atrás, os maias nos deixaram o seu calendário, com uma data final em um dia determinado e tudo o que isso sugere. Desde então, astrólogos o discutem, numerólogos encontraram padrões que o prevem, geólogos dizem que Terra se encaminha para isso e nem os cientistas do governo podem negar que um cataclismo planetário de proporções épicas se anuncia para 2012. A profecia que surgiu a partir dos maias já se encontra hoje bem documentada, debatida, destrinchada e analisada. Vale lembrar que ela não anuncia o FIM do mundo, mas sim várias mudanças extremas na maneira em que os sobreviventes à profecia terão de viver.
De qualquer maneira, estamos aqui para falar do filme. O que esperar de '2012'? Um amontoado de efeitos especiais, com um enredo tão ruim que, infelizmente, os maias não chegaram a prever.
O fato, na verdade, é que este tipo de filme não precisa ter uma história plausível para divertir e entreter. O diretor alemão Roland Emmerich já tinha feito exatamente igual em 'Independence Day' e 'O Dia Depois de Amanhã', dois filmes com efeitos especiais de ponta, divertidos, e com um roteiro beirando o ridículo.
Afinal, a fórmula de suas histórias nunca muda: tem o bondoso presidente dos EUA, o herói que está longe de casa e/ou precisa reconquistar a família, o animal de estimação fofo, o(s) filho(s) inteligentes mas inocentes, etc... E acredite: esta fórmula acaba funcionando...
Esquecendo o enredo batido, o resto é só alegria. A fotografia do filme é incrível, e os efeitos especiais são tão bem feitos que chegamos a acreditar por muito tempo que estamos vendo em nossa frente a destruíção em massa de nosso planeta. E nenhum lugar do mundo está ileso. Seja por cenas em que o herói está presente (e ele quase sempre está) ou por reportagens na TV, vários lugares importantes do mundo são destruídos de maneiras mirabolantes e inacreditáveis...
Para os que esperam mais do Cristo Redentor, não se animem. Era só aquilo do trailer mesmo!
O elenco é de primeira. John Cusack consegue passar drama e vivacidade para nosso herói Jackson Curtis, um escritor fracassado e divorciado que tenta salvar sua família (clichê). Amanda Peet, a esposa, está belíssima e serve bem para o papel que lhe foi oferecido. Mas a maioria das cenas são roubadas por um divertido e quase caricato Woody Harrelson, que vive o maluco Charlie, e pelo sério Chiwetel Ejiofor, um cientista.
'2012' cumpre o que promete: acabar com o planeta Terra usando um clichê de situações non-sense para juntar um cataclismo a outro. E essa destruição toda é, realmente, visualmente perfeita!
E para alegar quem realmente está com vontade de ver: '2012' é infinitamente melhor que o último trabalho do diretor, o medonho '10.000 a. C.'. Boa diversão!








